Advogado para Vítima de Pirâmide Financeira e Golpe de Investimento em Porto Velho

Porto Velho tem economia ligada ao agronegócio, às usinas do rio Madeira, ao comércio e ao setor público, com renda concentrada e crédito caro. O golpe circula por rede de indicação: investimento em gado, ouro ou madeira que não existe, cooperativa de crédito de fachada e os grupos de criptomoeda e aposta esportiva que chegam de outros estados pelo WhatsApp.

Vale separar logo no início a sua situação. Se a empresa fechou e ninguém responde, o trabalho começa pelo rastreio dos bens de quem estava por trás. Se ela ainda opera e só travou o seu saque com desculpa de auditoria ou verificação, o caminho é pedir o bloqueio judicial antes que o restante do dinheiro saia. A ordem dos pedidos muda conforme o caso.

Onde o processo tramita para quem mora em Porto Velho

Não importa onde a empresa diz estar: a vítima que mora em Porto Velho tem o direito de processar na própria cidade, no TJRO, porque a lei do consumidor (art. 101, I) escolhe o foro de quem foi lesado. Golpista costuma registrar sede em outro estado ou no exterior justamente para desanimar a vítima, e essa regra desmonta a manobra. O acompanhamento é feito à distância, sem audiência fora da sua comarca.

O que mais aparece por aqui

De Rondônia chegam produtores, servidores e comerciantes de Porto Velho, Ji-Paraná, Ariquemes e Vilhena, quase sempre em grupo com o mesmo líder local. A distância dos grandes centros faz o atendimento à distância ser regra, e a Justiça rondoniense já tem histórico de bloqueio cedo de contas de suspeitos de pirâmide, noticiado neste site, o que reforça a importância de pedir antes de a empresa sumir.

Os primeiros passos, na ordem certa

A sequência que funciona é esta: pedido de devolução pelo MED no banco, enquanto ainda há chance de o dinheiro estar na conta de destino; preservação de toda a prova antes que apaguem o grupo e o site, incluindo comprovantes, contrato, prints e vídeos de divulgação; boletim de ocorrência; e o mapa das outras vítimas. Só depois vem a petição, e ela começa pelo pedido de bloqueio, não pela discussão de mérito.

Contra quem se pode entrar

Concentrar a ação na empresa é o erro mais comum, porque ela é a parte mais fácil de esvaziar. O alvo real é o patrimônio de quem estava por trás: os sócios formais, o administrador de fato, os líderes que ganhavam comissão de recrutamento e, em certos casos, a instituição financeira que serviu de porta de entrada do dinheiro sem a diligência mínima. Cada um desses entra na ação com fundamento próprio.

Perguntas frequentes

Caí num esquema em Porto Velho. Tem como recuperar?

Depende de os responsáveis serem identificáveis e terem bens alcançáveis, da rapidez em pedir o bloqueio e de quantas vítimas se organizam. Recuperação parcial é o resultado mais comum nos casos bem conduzidos.

Já registrei boletim de ocorrência. Preciso de advogado?

O boletim inicia a investigação, que busca punir. A devolução vem da ação civil e do pedido de bloqueio de bens, que só o advogado faz. Os dois caminhos andam juntos.

Assinei contrato e recebi rendimento nos primeiros meses. Isso atrapalha?

Não. O rendimento inicial é a isca de toda pirâmide e não transforma o esquema em investimento válido. O que você recebeu é abatido do prejuízo, e o contrato serve de prova da promessa que não foi cumprida.

Como o escritório atende quem mora em Porto Velho

Quem mora em Porto Velho não precisa se deslocar: a análise é feita por mensagem e vídeo, o processo corre na comarca da própria vítima e a ida a Goiânia nunca é necessária. O primeiro atendimento inclui a leitura dos documentos, um parecer honesto de viabilidade e a pergunta que mais importa: quantas pessoas você conhece que também perderam.

Falar pelo WhatsApp(62) 99234-7835

Voltar ao guia completo sobre pirâmide financeira e golpe de investimento

Rafael Rocha, OAB/GO 33.675, e Ivenise Uchôa de Almeida Rocha, OAB/GO 59.087.

Chamar no WhatsApp